O prefeito de Nova Odessa, Cláudio José Schooder, o Leitinho, visitou nesta segunda-feira (10/05) a nova unidade local da Tecelagem Panamericana. Situada em um galpão industrial de 3,9 mil metros quadrados de área construída na Vila Azenha, a nova unidade, que executa serviços de tinturaria para o grupo, gerou 15 empregos diretos na cidade e acaba de iniciar sua produção, ainda em fase experimental. O prefeito também conheceu a sede da empresa, no Distrito Industrial de Santa Bárbara d’Oeste.

É na unidade de tinturaria de Nova Odessa que é finalizado o produto que tem se tornado o “cartão de visitas” da empresa: um tecido tecnológico antiviral para fins hospitalares, que utiliza uma nova tecnologia baseada no zinco e que é utilizado por grandes redes de Saúde privada do país, principalmente desde o início da pandemia de Covid-19.

Além disso, a nova unidade novaodessense da empresa tem especial preocupação com a sustentabilidade e o meio ambiente, adotando sistemas de tratamento de efluentes altamente eficiente, bem como um sistema redutor de fumaça das caldeiras e priorizando matérias-primas certificadas na origem (se naturais) ou provenientes de reciclagem (se sintéticas) –, entre outras medidas.

O prefeito acompanhou atentamente as explanações e elogiou a preocupação da empresa com o Meio Ambiente. “Temos de ser parceiros dos bons empresários. É nossa missão na Prefeitura de Nova Odessa buscar novas empresas para a cidade, gerando empregos, renda, impostos para aplicarmos na qualidade de vida da nossa população”, afirmou.

A Tecelagem Panamericana tem 43 anos de atividades ininterruptas, fornecendo diversos tipos de tecidos, e está sediada em um prédio de quase 6 mil metros quadrados em Santa Bárbara. Além da nova unidade de tinturaria na Vila Azenha, em Nova Odessa, a empresa prepara um plano de expansão para os próximos 5 anos na região.

“Atualmente, nossa linha de produtos antivirais para a Saúde, na qual atuamos há dez anos, é uma das mais importantes, que nos manteve produzindo sem parar durante boa parte da pandemia. Atualmente, utilizamos a tecnologia baseada no zinco, que é até mais eficiente e sustentável que a anterior (com base na prata), pois o zinco não é prejudicial à saúde humana, pelo contrário. É um produto ideal para ambientes hospitalares”, explicou Marcelo de Alcântara, diretor da Panamericana.

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